Escola Aberta do Terceiro Setor
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Escola Aberta do Terceiro Setor

Modernizar os processos de trabalho e a estrutura organizacional das OSCs é um dos objetivos da plataforma social EAD Escola Aberta do Terceiro Setor/FJPN.

Com vários cursos online gratuitos abertos ao público, a Escola Aberta do Terceiro Setor visa incentivar o desenvolvimento institucional do Terceiro Setor com consciência socialmente responsável e ambientalmente sustentável para a formação de uma sociedade mais igualitária e justa.

A missão da Escola Aberta do Terceiro Setor é contribuir para a melhor formação e capacitação dos profissionais do Terceiro Setor para termos uma sociedade mais solidária e sustentável. E nossa visão é ser um espaço, reconhecido por todos, de promoção da educação para o desenvolvimento institucional das organizações da sociedade civil.

Histórico

No III Congresso Brasileiro de Fundações e Entidades de Interesse Social, realizado em São Paulo, no dia 21 de novembro de 2011, Autoridades Governamentais, Magistrados, Membros do Ministério Público, Advogados, Dirigentes e Profissionais do Terceiro Setor debateram temas relevantes para a sociedade. Nessa ocasião surgiu a ideia de criar um projeto social para melhorar a capacitação dos profissionais das entidades do Setor Social, criando melhores condições de gestão e profissionalização das entidades de interesse social.

Com o apoio institucional do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), o Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo (CRC-SP), o Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS), a Fundação Anna Maria Lins de Camargo, a Fundação Anita Pastore D’Angelo, a Fundação Antonio e Helena Zerrenner, a Fundação Conrado Wessel, a Fundação Ezute, a Fundação Mary Speers e a Fundação José de Paiva Netto criaram a plataforma social Escola Aberta do Terceiro Setor, que tem como propósito fortalecer o Terceiro Setor para que ele seja mais respeitado e valorizado.

Cursos online e gratuitos

Conheça ainda mais a plataforma acessando: www.escolaaberta3setor.org.br e bons estudos!

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Mude os hábitos que prejudicam o meio ambiente
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Mude os hábitos que prejudicam o meio ambiente

ções simples fazem a diferença para o mundoO meio ambiente pede ajuda. Diante do cenário alarmante apresentado no último e considerado o mais importante relatório divulgado desde 2014 pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, IPCC, da Organização das Nações Unidas – ONU, devemos mudar nossas ações.

Não podemos apenas nos surpreender com os eventos extremos que estão ocorrendo em todo o planeta como inundações, queimadas, temperaturas máximas onde o frio era predominante, secas extremas em alguns lugares e intensas enchentes em outros.

Esses fenômenos que causam destruição e mortes são reflexo do aquecimento global pelo acúmulo de gases como o dióxido de carbono (CO2), o metano (CH4) e outros na atmosfera emitidos em quantidade excessiva há pelo menos 150 anos. Desde a Revolução Industrial, na prática, esses eventos ocorrem por causa da atividade humana sem limites, deixando o mundo a um passo de entrar em um colapso climático.

SchutterstockEm entrevista à Super Rede Boa Vontade de Rádio, o coordenador de comunicação do Observatório do Clima, Cláudio Ângelo, destacou que hábitos simples podem ser adotados no dia a dia para ajudar no controle do aquecimento global.

Para o especialista, pequenas ações são importantes e precisam ser acompanhadas de engajamento e coletividade: “as mudanças de comportamento precisam ser encaradas como um movimento que esteja em sintonia com um propósito maior, de preservação. É como o funcionamento de um relógio, se as peças não estiverem fluindo na mesma sintonia, o relógio não vai funcionar. Com os hábitos também: é preciso estar engajado no todo, tentar levar essas ações de casa para a vizinhança, para o bairro”.

Confira, abaixo, dicas que separamos para te ajudar na preservação do meio ambiente:1. Tenha uma dieta sustentável e diversificada

ShutterstockConforme a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), um cardápio sem carne é mais sustentável, devido a quantidade de recursos naturais utilizados na pecuária. Ou seja, substituir a carne por leguminosas como feijão, lentilha ou ervilha é uma atitude que polui menos e incentiva a produção local de alimentos.

De acordo com Cláudio Ângelo. “A pecuária no Brasil é a principal atividade causadora de emissão de gases de efeito estufa na atmosfera. Nosso país tem um dos maiores rebanhos bovinos do mundo, o boi emite um gás chamado metano, o animal digere o capim depois solta esse gás pela boca que é 28% mais potente em aquecer a atmosfera quando comparado com o gás carbônico. Além disso, a pecuária está ligada ao desmatamento que é feito na Amazonia e no Cerrado. O setor precisa de investimento para transformar o gás que é emitido. A tecnologia existe para isso”, destacou o representante do Observatório do Clima, em Brasília.

2. Reduza o desperdício de comida

forcechange.comUma recente pesquisa da Embrapa, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostra que o brasileiro joga fora mais de 40 quilos de comida por ano. A partir desse número, é possível calcular que o desperdício anual chega a 8,7 milhões de toneladas no país, quantia suficiente para alimentar cerca de 13 milhões de pessoas. Vale lembrar que comida desperdiçada também significa desperdício dos recursos usados em sua produção, como água e combustível para transporte.

3. Apoie os produtores locais

Segurança alimentar e mudanças climáticas são assuntos interligados. Conforme dados da Secretaria Especial da Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, órgão ligado ao Ministério da Casa Civil, 70% dos alimentos que chegam à mesa dos brasileiros são produzidos pelos pequenos agricultores, mesmo ocupando apenas 25% das terras cultivadas do país.

Além de usar menos agrotóxicos, ao escolher alimentos de produtores locais, você contribui para reduzir a emissão de gases poluentes, uma vez que as distâncias percorridas da propriedade rural até o consumidor são menores.

4. Use menos água

shutterstockNem é preciso lembrar que ações simples como banhos rápidos e fechar a torneira ao escovar os dentes ajudam a reduzir o desperdício de água, mas também existem outros hábitos que colaboram. Você sabia que para produzir um quilo de carne bovina são necessários mais de 15 mil litros de água? Ou seja, reduzir o consumo de carne também contribui para economizar de água.

5. Conserve os solos e a água

O descarte incorreto dos resíduos domésticos pode ser extremamente prejudicial ao meio ambiente. Produtos como pilhas, celulares, medicamentos e óleo de cozinha podem contaminar o solo e reservas de água. Sem falar no plástico: conforme levantamento do Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana (Selurb), o Brasil produz 10,5 milhões de toneladas de resíduos plásticos por ano, materiais que podem levar centenas de anos para se decompor no meio ambiente.

Uma dica é buscar em seu bairro cooperativas de reciclagem, organizações não governamentais ou empresas que realizem algum trabalho socioambiental. Muitas dessas instituições e grupos abrem as portas para trabalhos voluntários. O site do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) oferece uma lista de entidades ambientais. Entre em contato e veja se há alguma delas perto de sua casa.

+ Saiba qual é a diferença entre RECICLAR e REUTILIZAR

O representante do Observatório do Clima, em Brasília, Claudio Ângelo, reforça ainda que: “Essas pequenas ações são importantes somente se elas forem sistêmicas e não pontuais. É preciso ter a dimensão do todo e estar sensibilizado quanto à importância disso. A qualidade da água e do solo estão interligadas. Se eu contamino o solo, consequentemente, eu prejudico a qualidade da água e a vegetação”.

A hora de mudar já começouCada um de nós deve refletir sobre o que anda fazendo para amenizar os danos causados à nossa morada coletiva, o planeta Terra. Afinal, são as ações impensadas do ser humano que têm prejudicado a natureza.

ShutterstockComo alerta, o jornalista e escritor José de Paiva Netto, em seu artigo "Conscientização hoje…", destaca: "Em geral, as criaturas se movem como se não houvesse amanhã. É preocupante, pois quando os efeitos da má semeadura chegam, o quadro pode ser irreversível ou acompanhado de imensos prejuízos".

Não queremos que isso aconteça. Então, é importante que cada um adote uma postura mais responsável em relação ao meio ambiente. Muitas vezes, a agressão à Natureza ocorre por meio de pequenos hábitos, mas podemos mudá-los.

Que tal começar a partir de agora?! Leia outras reportagens que o Portal Boa Vontade já tratou deste assunto:

+ONU alerta que mudanças climáticas podem ser irreversíveis

+Como ser mais sustentável e gerar menos lixo no trabalho? Veja essas dicas!

+Conheça os 3 processos básicos da reciclagem

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"Agir salva vidas" é tema de campanha para reduzir índices de suicídio
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"Agir salva vidas" é tema de campanha para reduzir índices de suicídio

Setembro Amarelo é iniciativa da ABP e do Conselho Federal de Medicina

Pelo oitavo ano consecutivo, a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) promove, em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM), a campanha Setembro Amarelo, cujo tema este ano é "Agir salva vidas". A ação foi iniciada no Brasil em 2014 e visa a reduzir os índices de suicídio. A iniciativa se estende por todo o mês de setembro, tendo como data principal o dia 10 deste mês, quando se comemora o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio.

O presidente da ABP, Antonio Geraldo da Silva, disse à Agência Brasil que o tema foi escolhido porque trata de forma direta a questão mais importante da campanha, que é agir pode salvar vidas. “Ao ajudar com ação efetiva de buscar assistência médica, você pode fazer a diferença na vida de quem está sofrendo com ideação suicida”, afirmou o especialista. Segundo ele, o suicídio é um tema que sofre com o preconceito. “Ainda existe muito tabu e só com informação correta conseguimos conscientizar as pessoas de que o suicídio pode ser evitado. Precisamos informar a todos como ajudar, porque agir salva vidas”, reiterou.

O relatório Suicide Worldwide in 2019, publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2019, revelou que naquele ano mais de 700 mil pessoas morreram por suicídio, o que representa uma a cada 100 mortes. No Brasil, são aproximadamente 13 mil pessoas por ano. Antonio Geraldo da Silva disse que, em geral, no mundo, o número de mortes por suicídio caiu mas, nas Américas, a taxa subiu 17%. Por isso, campanhas como o Setembro Amarelo são tão importantes.

De acordo com a ABP, a maioria dos suicídios está relacionada a distúrbios mentais. “Nós sabemos que cerca de 98% dos casos de suicídio estão relacionados a transtornos mentais. Em primeiro lugar está a depressão, seguida do transtorno bipolar e abuso de substâncias.”

Prevenção

O presidente da ABP afirmou que é possível prevenir o suicídio. Existem muitos sinais que alertam para a possibilidade de tentativa de suicídio por parte de uma pessoa como, por exemplo, ficar mais recluso, falar muito sobre sumir, não ter mais esperança, mudar o comportamento repentinamente.

“O mais importante é dizer às pessoas que não duvidem de quem ameaça cometer suicídio. Costumo dizer que, nesse caso, o cão que ladra, morde. Não podemos arriscar; a pessoa está sofrendo, por isso dizemos que agir salva vidas, no sentido de encaminhar para um serviço de saúde, um médico psiquiatra, marcar a consulta e ir junto, não deixar a pessoa sozinha, fazer com que ela sinta que você está ao lado dela”. O médico destacou também que se deve ter em mente que a doença mental é como o diabetes, a hipertensão. Ela tem tratamento, tem controle, e a pessoa pode voltar a ter qualidade de vida. Esses são os caminhos para evitar o suicídio, afirmou.

Segundo o presidente da ABP, ainda não há dados que mostrem se a pandemia de covid-19 aumentou o número de suicídios. Ele lembrou, entretanto, que desde março de 2020 vem alertando as autoridades sobre a quarta onda da covid, que é a das doenças mentais. A esse respeito, a ABP trabalha com três cenários, que incluem o desenvolvimento de doença mental em quem nunca apresentou sintoma, retorno dos pacientes aos atendimentos psiquiátricos após recidiva de sintomas que já estavam em remissão e agravamento dos quadros psiquiátricos de quem ainda estava em tratamento.

+Como lidar com o luto na pandemia do Coronavírus?

Substâncias químicas

O professor de pós-graduação em psiquiatria da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC Rio) Jorge Antonio Jaber Filho disse que um quarto dos suicídios acontece em usuários de substâncias químicas. “O fato de uma pessoa fazer uso de drogas já a coloca no grupo de risco”, advertiu. Isso significa que de cada quatro pessoas que usam drogas, uma conseguirá se matar. “A estatística mostra que de cada 100 pessoas, 17 já pensaram em suicídio, três tentaram e uma acaba numa emergência hospitalar. É um fato que deve ser levado em consideração: que as substâncias químicas, álcool inclusive, maconha, cocaína, ecstasy’, LSD, anabolizantes e cafeínicos (bebidas com alto teor de cafeína) estão relacionados entre as drogas que causam maior possibilidade de uma pessoa se suicidar”.

Jaber Filho afirmou que o fator que mais predispõe ao suicídio é a depressão. Cerca de um terço dos suicídios no Brasil ocorre em pessoas que sofrem de depressão e um quarto das pessoas que tenta o suicídio usou drogas. Trabalho realizado dentro de um serviço psiquiátrico em 2019 mostrou que um quarto dos pacientes internados havia tentado o suicídio e foi transferido de hospitais de emergência médica, geralmente da rede pública.

Alterações

O psiquiatra explicou que o fato de uma pessoa usar substâncias químicas provoca, com frequência, alterações nos seus sentimentos, gerando ansiedade e muita tristeza, geralmente após a cessação do efeito das drogas. “Essas pessoas também têm alterações do pensamento. Ou seja, a pessoa que usa drogas tem um pensamento às vezes muito eufórico, acredita que tudo vai dar certo. Mas, passado o efeito, tem um pensamento muito ligado à ruína pessoal, à percepção de que sua vida não está indo bem, de que nada dá certo com ela. Geralmente, as pessoas atribuem esse pensamento de ruína às condições externas políticas, econômicas e sociais que, realmente, têm alguma importância, mas que são determinantes para tentativas de suicídio em pacientes que usam drogas”. Quem não usa drogas tem menos chance de procurar o suicídio em condições sociais adversas, argumentou.

+Suicídio e uso de drogas: entenda essa perigosa relação

Para Jorge Jaber Filho, usuários de drogas têm maior tendência de abusar desses produtos em momentos difíceis da vida”. Mas se abandonarem o uso das drogas, sairão desse grupo. Já os dependentes químicos, em geral, não têm cura, mas têm acesso a tratamentos médicos e a grupos de mútua ajuda que revertem essa possibilidade, ajudando-os a ficarem em abstinência. “É possível, sim, haver recuperação”. Explicou que o dependente químico é um usuário de substância química que perdeu o controle de sua vida sob o efeito da droga. Já o usuário pode não ter qualquer problema com o uso da droga, mas em algum momento – a perda de um grande amor, de uma pessoa querida – predispõe ao abuso da substância naquele período. E se a pessoa continuar com um sofrimento muito grande, pode tentar o suicídio também.

Lesões

Não só o suicídio, mas os casos de lesões autoprovocadas têm sido uma preocupação constante na Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH). O secretário Maurício Cunha disse, em áudio, à Agência Brasil que o órgão acompanha com atenção os dados do Ministério da Saúde sobre essas questões desde 2010, por meio do Sistema de informação de Agravos de Notificação (Sinan).

Lembrou que, em 2019, foi aprovada a Lei 13.819/2019, que instituiu a Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio. Os casos que envolvem crianças e adolescentes passaram a ser de notificação compulsória, inclusive ao Conselho Tutelar. “A gente sabe que o suicídio, em qualquer faixa etária, é motivo de grande alarme. E é bem mais preocupante observar essa tendência de aumento em crianças e adolescentes. E é com o objetivo de prevenir e reduzir esses números que a campanha Setembro Amarelo vai mobilizar o Brasil inteiro”.

Maurício Cunha lembrou que, este ano, há uma nova circunstância desafiadora que é o contexto da pandemia. O isolamento social levou um elevado número de pessoas a desenvolver problemas emocionais, incluindo aí depressão, colocando crianças e adolescentes mais suscetíveis para esse tipo de violência autoprovocada. “Inclusive, em muitos casos, ela acaba ficando à mercê de abusadores e violadores de direitos nas suas próprias casas”. Por isso, o secretário avaliou ser possível que haja aumento grande do número de casos de automutilação, de tentativas de suicídio e até da consumação do suicídio, “infelizmente”, durante a pandemia.

Para prevenir e evitar esse quadro, ele defendeu a necessidade de que toda a sociedade, escolas, unidades de saúde, estejam alertas e preparadas para reconhecer sinais e tomar as devidas providências com rapidez e segurança. O secretário comentou que a identificação de transtornos mentais e seu tratamento são matérias de competência do Ministério da Saúde, mas a Política de Atendimento à Criança e Adolescente é interdisciplinar e multissetorial, envolvendo vários órgãos: a sociedade civil que, junto com o governo, desenvolve ações de acolhimento, escuta e apoio a crianças, adolescentes e suas famílias no que diz respeito a lesões autoprovocadas e ideação suicida.

A secretaria tem apoiado a campanha Acolha a Vida e a Semana de Valorização da Vida, prevista para a última semana de setembro. Serão realizadas transmissões ao vivo pela internet e feitas campanhas de mobilização “para que, de fato, a gente possa trazer o tema à tona e levar a sociedade à reflexão acerca de toda essa importante questão que envolve a saúde e a vida das nossas crianças e adolescentes”, observou Cunha.

OMS

Dados da OMS estimam que a cada 40 segundos uma pessoa morre por suicídio no mundo. No que se refere às tentativas, uma pessoa atenta contra a própria vida a cada três segundos. Em termos numéricos, calcula-se que em torno de 1 milhão de casos de mortes por suicídio são registrados por ano em todo o mundo. No Brasil, os casos passam de 13 mil por ano, podendo ser bem maiores em decorrência das subnotificações.

Maiores informações sobre a campanha Setembro Amarelo® 2021 podem ser acessadas no endereço eletrônico www.setembroamarelo.com.

+Veja o emocionante depoimento de quem resistiu ao suicídio

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O ENATS está chegando! Veja como se inscrever!
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O ENATS está chegando! Veja como se inscrever!

O 17º ENATS será, mais uma vez, virtual e acontece entre os dias 27 de setembro e 1º de outubro de 2021.

Este ano, o encontro vai falar sobre “Sociedade Civil, Empresas e Governo – Novas estratégias para não deixar ninguém para trás”.

A pandemia de Covid-19 escancarou situações de vulnerabilidades, aumentou desigualdades e trouxe retrocessos como o aumento da fome, do trabalho infantil, da evasão escolar, da violência doméstica, das pessoas em situação de rua e outras violências urbanas e rurais.

A Organização das Nações Unidas define desenvolvimento sustentável como crescer sem deixar ninguém para trás. Inspirados por este conceito e pelos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, o 17º ENATS será como um espaço de diálogo intersetorial para o desenvolvimento sustentável.

Participe!

Programação (sujeita à alteração)

27/09, às 18h Abertura

28/09, às 10h

Novas vulnerabilidades que impactam a realidade do Terceiro Setor.

28/09, às 14h

Quem vai herdar as consequências sociais e econômicas da sociedade pós covid-19? Perspectivas intersetoriais.

29/09, às 10h

Planejamento e gestão no Terceiro Setor: Os desafios em tempos de crise.

29/09, às 14h

Ausência de Espaços Físicos: Impactos e Consequências.

30/09, às 10h

ESG e investimento social corporativo: demandas geradas pela Covid-19.

30/09, às 14h

Parcerias e intersetorialidade, utopia e realidade.

01/10, às 10h

Tendências na comunicação e uso da tecnologia para inovação no Terceiro Setor.

01/10, às 14h

Lançamento Manifesto Mulheres do Terceiro Setor.

Faça aqui sua inscriçãoEntretenimentoHome

Nepats
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Nepats

Parceiro da FJPN, o Nepats tem por objetivo divulgar pesquisas científicas sobre o Terceiro Setor no Brasil e exterior.

O NEPATS, Núcleo de Estudos e Pesquisas Avançadas do Terceiro Setor, tem como escopo apresentar pesquisas que se inserem na linha de concentração do Programa (Direito, Instituições e Desenvolvimento) e em suas linhas de pesquisa que, também, englobam: Sociedade, Terceiro Setor e Instituições.

Publicação mais recente:

Terceiro Setor e Tributação – Volume 11

O décimo primeiro volume da série “Terceiro Setor e Tributação” publicado pela Editora Elevação, com o apoio da Fundação José de Paiva Netto, é composto de coletânea de excelentes artigos realizados pelos pesquisadores do Núcleo de Estudo e Pesquisas Avançadas no Terceiro Setor (NEPATS).

Por seu conteúdo, a obra visa servir de subsídio à pesquisa e ao estudo das relações entre o Estado, a sociedade e a tributação e harmonizar-se com os desafios os sempre presentes em nossa sociedade, que busca, a cada dia, ser mais igualitária, o que só será, em sua plenitude, com a contribuição de todos, por meios de valores éticos e comportamentos transparentes e responsáveis.

É fundamental estarmos todos nós, cidadãos, sensíveis às transformações da sociedade para agir com dignidade e ética, sendo capaz de manter o permanente compromisso com um mundo mais justo e equânime, em que a paz e o respeito mútuo sejam a tônica e o corolário de nossas relações pessoais, sociais, profissionais e acadêmicas.

Adquira seu exemplar neste link:

https://www.clubeculturadepaz.com.br/terceirosetor/terceirosetoretributacao11

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